O que vale é quantidade e não qualidade?!!

Postado por: rnodesign | Assunto: Tecnologia | Data: 07-05-2010-05-2008

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Se você temia que suas crises de incontinência verbal pudessem render unfollows e fazer com que as pessoas deixassem de gostar de você, pode ficar tranqüilo. Um novo estudo descobriu que, quando se trata de redes sociais como Facebook e Twitter, é a quantidade, e não a qualidade, que importa.

Quer dizer, o segredo do seu sucesso online (ou seja, mais seguidores e amigos virtuais) são os updates regulares, mesmo que não sejam legais ou engraçadinhos. O mesmo vale para os blogs. Aqueles que atualizavam suas páginas regularmente eram considerados mais populares e atraentes do que aqueles que não faziam isso. Ser positivo e interessante, porém, não era tão importante.

O estudo entrevistou membros da comunidade de blogs Livejournal.com, que tiveram de classificar os outros usuários de um (pouco atraente) a cinco (muito atraente).

Os pesquisadores avaliaram uma série de fatores, como o número de posts no blog que cada participante escreveu, o número de palavras usadas, o tom (se continham palavras positivas ou negativas) e o número de seguidores. Descobriu-se que a popularidade dos usuários podia ser explicada pela sua atividade online, mas não pelo conteúdo dos seus posts. O número de palavras que a pessoa usou foi o fator mais importante para determinar sua popularidade.

É isso aí: pelo menos na vida online, quanto mais faladeiro você for, mais popular será.

Resumo: É por isso que encontramos muitos lixos pela web, tem que saber filtrar muito para poder achar coisas que realmente sejam boas….

Fonte: Blog Super Interessante

O poder das mídias sociais!

Postado por: rnodesign | Assunto: Tecnologia | Data: 06-04-2010-05-2008

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Um tanto quanto atrasado mais ainda com importância, gostaria de ter postado sobre uma matéria que li no Correio Braziliense de 28 de março deste ano, uma entrevista com Sam Grahan Felsen, sobre suas estratégias ousadas para promover a campanha de Barack Obama no meio virtual.

Em sua vinda a Brasília (26/03), para uma palestra no IESB, o blogueiro contou um pouco de como foram os bastidores dessa estratégia que arrecadou mais de R$ 500 milhões apenas com as mídias sociais.

Para quem não leu gostaria de transpor aqui um pouco dessa entrevista, colocando apenas algumas partes ok.

Leandro Ladeira (Formado em publicidade e propaganda pelo IESB) – Como fez para que Obama apostasse na idéia antes da campanha?
Sam Graham – As pessoas pensam que o Twitter é apenas para contar o que você fez no seu café da manhã, o que faz no seu dia… Mais algumas pessoas já sabem que as mídias sociais são muito poderosas. Sociedades organizadas podem fazer a diferença por meio da internet…

Leandro – Como fez para a idéia dar certo?
Sam – O único jeito de fazer uma déia dar certo é dando o poder para o povo. A internet é o meio mais importante para isso…

Leandro – Até que ponto a imagem de Obama colaborou para o sucesso da campanha? Se qualquer outro candidato tivesse usado a mesma estratégia teria dado certo?
Sam – Não há dúvida de que Obama foi um candidato muito especial, não apenas entre as pessoas dos Estados Unidos, mais entre as de todo o mundo. A verdade é que o grande carisma que ele possui teve grande participação no sucesso. Mais não foi só isso, ele acreditou que as pessoas comuns poderiam promover mudanças significativas.

Leandro – Aqui no Brasil, ainda existe uma mentalidade de que investir na internet é barato. Gostaria de saber se isso é verdade e como foi o investimento para publicidade online da campanha?
Sam – No início, o percentual de investimento foi muito pequeno. Mas quanto mais a campanha caminhava, mais conseguimos arrecadar recursos. No final, já tínhamos U$ 500 milhões.  Começamos com uma equipe de 10 pessoas no final tínhamos uma equipe de 100 profissionais.

Leandro – Quando se começa a ganhar dinheiro com essa prática?
Sam – É necessário que você tenha um público, uma platéia. Ninguém vai apoiá-lo profissionalmente se não achar que há um interesse verdadeiro no seu trabalho.

Fonte – Correio Braziliense

Liberais e Ateus tem QI mais alta!

Postado por: rnodesign | Assunto: Comportamento | Data: 29-03-2010-05-2008

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Cérebro Homer SimpsonsSegundo uma pesquisa realizada pelo psicólogo evolucionista Satoshi Kanazawa da London School of Economics and Political Science, identifica que os ateus e as pessoas mais liberais apresentam um QI mais elevado que os conservadores e religiosos.

Quanto maior o QI de uma pessoas mais chances tem de não acreditar em Deus ou ser e ser politicamente mais liberal, segundo dados de uma pesquisa realizada pela National Longitudinal Study of Adolescent Health, mostram que um adolescente que se considera “muito liberal” apresenta um QI de 106 enquanto os que se consideram “muito conservadores” tem um QI de 95 pontos.

Parece bem óbvio e seguramente podemos comprovar os dados relatados no nosso dia-a-dia, quem nunca teve controvérsias ao tentar dialogar com uma pessoa que se considera extremamente religioso, seja qual for a religião, quando as pessoas passam acreditar fielmente em determinadas crenças, é muito difícil que aceitem opiniões controversas e não estão psicologicamente preparados para assimilar o contrário.

De fato esse é um estudo muito interessante e polêmico, e você? Se acredita que esse estudo é uma verdade?

Inspiração – Super Interessante

Mulheres da classe C usam mais a internet

Postado por: rnodesign | Assunto: Comportamento, Tecnologia | Data: 24-03-2010-05-2008

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86% das donas de casa entre 25 e 49 anos estão em redes sociais. Duas horas diárias é o tempo que 40% delas passam on-line.

Mais de 80% das donas de casa brasileiras da classe C estão em redes sociais e se conectam todos os dias à internet, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pelas empresas Predicta e Multifocus.

Segundo o estudo, 40% dessas mulheres, entre 25 e 49 anos, passam mais de duas horas por dia navegando em páginas da web.

O acesso à internet também está mudando os hábitos das donas de casa: 66% confessam que estão lendo menos off-line e 60% dizem que diminuíram o tempo de pesquisa em lojas físicas, já que fazem isso pela internet. Do total, 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.

Em 11 dias de pesquisa, realizada em dezembro, foram registrados 94.250 acessos em 2,7 mil endereços diferentes: 44% em páginas de relacionamento, 38% em sites de informação, 10% em entretenimento, 6% em e-commerce e 2% em serviços. Entre os sites de relacionamento, o Orkut foi o mais visitado, com 94% dos acessos. Dos sites de informação, apenas 10% eram portais, jornais ou revistas, enquanto buscadores foram responsáveis por 56% das visitas.

Entre as mulheres pesquisadas, 33% considera a internet um passatempo melhor do que a televisão, 78% se sentem “mais globalizadas” na web e 15% chegam a se sentir mais inteligentes.

Fonte: G1 – Tecnologia

Dormir em casa ou na Lan House?

Postado por: rnodesign | Assunto: Comportamento | Data: 21-03-2010-05-2008

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Bandeira Japão“Asiáticos passam cada vez mais tempo navegando na web nesses locais. Autoridades alertam para sintomas que podem indicar vício em internet.”

No Japão diversas Lan Houses, além de oferecer os serviços básicos de acesso a internet, dispõem de uma mini casa, é possível até mesmo passar a noite dentro de uma delas.

Cama, comida, bebida e até mesmo banheiro com chuveiro, isso mesmo, muitas gente tem deixado de dormir nas suas próprias residências para passar a noite em uma dessas Lan Houses, parece que a moda esta pegando por lá, e um aumento considerável de usuários já é notável.

É preciso tomar cuidado para não exagerar, alguns não conseguem e acabam prejudicando não só a si mesmos, se isolando do nosso mundo real, mais prejudicando o próximo, Na Coréia do Sul, de cada 10 adultos, um estaria viciado em internet.

Recentemente um caso extremo desse vício chocou o mundo, um casal de coreanos deixaram a filha de apenas 3 meses em casa, que acabou morrendo de fome, os dois estavam em uma Lan House, jogando um jogo onde o objetivo era cuidar de uma criança virtual.